Em “Desvio” (2012), quis tornar visível o ato de caminhar através
de formas de terra. Caminhos, território percorrido, espaço de
deslocamento. Caminhar, como instrumento de experiência urbana.
Atentar para a experiência de andar pela cidade como ferramenta
subjetiva e singular, levando-se em conta as camadas, ou seja, pensar
o espaço percorrido como espaço de acúmulo de memória corporal. A
impossibilidade do desvio.
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