quarta-feira, 30 de maio de 2012

Desvio




 

Em “Desvio” (2012), quis tornar visível o ato de caminhar através de formas de terra. Caminhos, território percorrido, espaço de deslocamento. Caminhar, como instrumento de experiência urbana. Atentar para a experiência de andar pela cidade como ferramenta subjetiva e singular, levando-se em conta as camadas, ou seja, pensar o espaço percorrido como espaço de acúmulo de memória corporal. A impossibilidade do desvio.

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